So here’s another try at the capital of Latvia! Jackie and I went touring while she was visiting Finland in April, and we just had such a blast! Latvian friends, be proud: I’ve finally got it: Riga is great! It was such an amazing experience, all the craze and the booze
; nice buildings, squares and gardens; the cool sympathetic and open people, just excellent! I’m definitely going back this summer. Anyway, I’m writing here to share the photos with Jackie and to let everyone know that she is now a married woman
The tourist recommendations for those who plan to go there:
- Stay at a hostel – it’s way more fun than hotels etc. “Old town” or “Riga Hostel” are gold – I’d recommend getting a private room since I’m not much of a fan of sleeping beside unknown people…
- Go out! This is an absolute must! Don’t ask tour guides where to go – ask from your reception clerk where he/she’d go out. A couple of nice bars are: the Old Town hostel bar, the Old Russian Lady’s House bar, the French bar (always overcrowded coz of the cheapest beer price in the history of mankind). If you like clubs and cheap superficial clubbing girls you’re in for “Essential”.
- Careful with the drinking + credit card mix: there’s always a prostitute around waiting ’til your too drunk to ensnare you and suck up your limits.
Entre 13 e 19 de Abril a Jackie esteve aqui de visita, fazia anos que não nos encontrávamos — e resolvemos ir visitar Riga. Eu não estava muito interessado em visitar a cidade porque na outra vez que fui lá estava muito frio e nem deu pra curtir o lugar. Mas tenho que admitir, desta vez valeu a pena mesmo. Não só pela companhia, mas a cidade parece que mudou de cara! Foi sensacional, os prédios e as pracas (cadê meu C com cedilha!?) e os jardins… bacana mesmo! Além disso a noite em Riga é uma loucura: saímos assim que chegamos e fomos caminhando até acharmos um bar “razoável”, mas não imaginávamos que os locais seriam tão simpáticos. Entre as conversas mais loucas que se pode imaginar, inventei um coquetel, achei notas de real no bar, e a Jackie “se casou” com um tipo alcólico-anônimo meio-russo-meio-letão; conhecemos ingleses, russos, finlandeses, macedônios, turcos, franceses… parecia que todo mundo estava no clima da simpatia! Show de bola!

Orthodox church

City skyline at night - (C) Elisah007

The bar mix blurr - (C) Elisah007

Fanni and inconvenient

City tour guide - Jeeses, Jesus, no matter!
![Abih Just [not] married [yet]](http://farm4.static.flickr.com/3374/3482811440_446e542917_o.jpg)
Just (not) married (yet)

At the wedding, groom's nervous...

infalible Hairdressing techniques...

Bridesmaid
A viagem para o castelo de neve de Kemi não foi longa, ficamos lá apenas algumas horas para visitar o castelo e já voltamos logo em seguida à tarde. Saímos de Tampere sexta à noite às 00:20 e chegamos lá as 7 da manhã no sábado. A cidade é minúscula, não há nada exceto o castelo de neve… para ser sincero não vale a pena fazer toda esta viajada apenas para visitar o castelo, já que o trem custa mais de 120€ (ida e volta). Mas se alguém estiver a caminho da Lapônia, vale a pena passar por Kemi. Enfim, vou postar as fotos e deixar a conversa de lado

Entrada para o castelo

Escultura de gelo...

Mesas ao redor do bar

Esculturas no centro do bar

Detalhe na frente do bar

Mais detalhes do bar

Mesas

Gente!

Guys and gals
Então dia 20 fui eu novamente passar uma semana em Barcelona, trabalhei 3 dias lá e os outros 8 aproveitei pra curtir com uma galera de fé! Essa turma não se cansa de festa nunca, vou te contar… tem festa até no domingo! Foi uma das melhores semanas de turismo que eu já passei, gracas à essa turma show de bola aí na foto! Alexia, Matthias, Bego, David, Jorge, Cláudia, Angela, Piluca, Patricia e Nagore, valew! Mas eu não estou escrevendo pra reportar [só] os costumes baladeiros dos espanhóis, e a propósito “os caras são feeera” nisso! Eles têm um estilo de vida um pouco diferente do Brasileiro, mas não sei exatamente como descrever a diferenca. É como se eles estivessem no meio entre os sulistas e os baianos – um lado se estressa demais querendo trabalhar o máximo e enriquecer antes dos 30, o outro é mais relaxado e se preocupa mais em aproveitar e curtir a vida. Nesse sentido os espanhóis se assemelham bastante aos finlandeses, que não deixam o trabalho atrapalhar a vida particular nunca (eu acho que chega a ser até exagerado). Mas bem, nem vou tentar explicar muito melhor…
Uma coisa que me chamou a atencão desde a primeira vez que fui para a Espanha é a relacão mulher-homem. O que eu digo é apenas a minha opinião, e imagino que ela esteja bem distorcida, afinal sou apenas um turista – mas assim mesmo… Bem, o caso é que as mulheres espanholas me parecem pouco afetivas com seus namorados/maridos. Eles tem um seriado de TV onde se retratam os relacionamentos de vários casais (tipo Malhacão) e tem casais de várias idades; neste seriado a mulher espanhola tem sempre um jeito super mandona, impertinente, ciumenta, inflexível. É geralmente uma mulher que quer dominar o marido, falam de uma maneira muito pesada, bruta; parece que estão sempre xingando o coitado. Aliás, antes do casamento não é para tanto, mas elas são em geral bem mais frias do que se esperaria de uma cultura que supostamente é parecida com a nossa. Bem, confesso que fiquei um pouco chocado com o comportamento delas e resolví dar uma “googleada” pra ver se alguém tinha mais coisas para contar do que eu – aí achei o expatriados.wordpress.com. Este blog tem várias entrevistas com brazucas no estrangeiro, e encontrei vários relatos de gente que confirmou a minha primeira impressão – elas realmente falam de maneira seca, um pouco agressivo demais. E os homens são os típicos “Gerson”, sempre dando um jeitinho de escapulir com suas “travessuras” – olhar jogo de futebol, flertar com a vizinha, etc.
Não sei ao certo por que eu resolví escrever sobre isso. Talvez seja porque minha estadia na Finlândia esteja chegando ao fim, e eu tenho andado comparando as coisas, tentando avaliar se ainda vale a pena “viver fora de casa”. Quando eu estava no Brazil, não parava de reclamar dos nossos problemas – que me incomodavam de veras! Mas a verdade é que até agora não encontrei nenhuma cultura com a qual eu tivesse me identificado de verdade. Para quem criticava tanto o Brasil e os outros brasileiros, fica um pouco estranho reconhecer que país como o nosso, realmente não há. Certo é aquele fulano que disse [algo como] “a gente nunca está feliz com o que tem”.



