Barcelona, outra vez

Guys and gals
Guys and gals

Então dia 20 fui eu novamente passar uma semana em Barcelona, trabalhei 3 dias lá e os outros 8 aproveitei pra curtir com uma galera de fé! Essa turma não se cansa de festa nunca, vou te contar… tem festa até no domingo! Foi uma das melhores semanas de turismo que eu já passei, gracas à essa turma show de bola aí na foto! Alexia, Matthias, Bego, David, Jorge, Cláudia, Angela, Piluca, Patricia e Nagore, valew! Mas eu não estou escrevendo pra reportar [só] os costumes baladeiros dos espanhóis, e a propósito “os caras são feeera” nisso! Eles têm um estilo de vida um pouco diferente do Brasileiro, mas não sei exatamente como descrever a diferenca. É como se eles estivessem no meio entre os sulistas e os baianos – um lado se estressa demais querendo trabalhar o máximo e enriquecer antes dos 30, o outro é mais relaxado e se preocupa mais em aproveitar e curtir a vida. Nesse sentido os espanhóis se assemelham bastante aos finlandeses, que não deixam o trabalho atrapalhar a vida particular nunca (eu acho que chega a ser até exagerado). Mas bem, nem vou tentar explicar muito melhor…

Uma coisa que me chamou a atencão desde a primeira vez que fui para a Espanha é a relacão mulher-homem. O que eu digo é apenas a minha opinião, e imagino que ela esteja bem distorcida, afinal sou apenas um turista – mas assim mesmo… Bem, o caso é que as mulheres espanholas me parecem pouco afetivas com seus namorados/maridos. Eles tem um seriado de TV onde se retratam os relacionamentos de vários casais (tipo Malhacão) e tem casais de várias idades; neste seriado a mulher espanhola tem sempre um jeito super mandona, impertinente, ciumenta, inflexível. É geralmente uma mulher que quer dominar o marido, falam de uma maneira muito pesada, bruta; parece que estão sempre xingando o coitado. Aliás, antes do casamento não é para tanto, mas elas são em geral bem mais frias do que se esperaria de uma cultura que supostamente é parecida com a nossa. Bem, confesso que fiquei um pouco chocado com o comportamento delas e resolví dar uma “googleada” pra ver se alguém tinha mais coisas para contar do que eu – aí achei o expatriados.wordpress.com. Este blog tem várias entrevistas com brazucas no estrangeiro, e encontrei vários relatos de gente que confirmou a minha primeira impressão – elas realmente falam de maneira seca, um pouco agressivo demais. E os homens são os típicos “Gerson”, sempre dando um jeitinho de escapulir com suas “travessuras” – olhar jogo de futebol, flertar com a vizinha, etc.

Não sei ao certo por que eu resolví escrever sobre isso. Talvez seja porque minha estadia na Finlândia esteja chegando ao fim, e eu tenho andado comparando as coisas, tentando avaliar se ainda vale a pena “viver fora de casa”. Quando eu estava no Brazil, não parava de reclamar dos nossos problemas – que me incomodavam de veras! Mas a verdade é que até agora não encontrei nenhuma cultura com a qual eu tivesse me identificado de verdade. Para quem criticava tanto o Brasil e os outros brasileiros, fica um pouco estranho reconhecer que país como o nosso, realmente não há. Certo é aquele fulano que disse [algo como] “a gente nunca está feliz com o que tem”.

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